O diretor executivo da Air Canada enfrentou críticas generalizadas após apresentar condolências públicas seguindo um recente incidente aéreo exclusivamente em inglês, reavivando o debate sobre as obrigações bilíngues oficiais do Canadá e a responsabilidade corporativa.

A controvérsia eclodiu quando o CEO Michael Rousseau divulgou uma declaração sobre o incidente na pista de pouso do Aeroporto LaGuardia envolvendo o voo AC624 da Air Canada, falando apenas em inglês durante o que muitos consideraram um momento que exigia sensibilidade em relação à população francófona do país.

O incidente provocou críticas severas de figuras políticas proeminentes, incluindo o ex-Governador do Banco do Canadá Mark Carney, que criticou publicamente a abordagem da companhia aérea por não atingir os padrões esperados para uma transportadora nacional.

"Isso carece do respeito básico e do reconhecimento que os canadenses merecem de sua companhia aérea nacional durante momentos difíceis"
Crítica de Mark Carney à declaração unilíngue da Air Canada

Isso carece do respeito básico e do reconhecimento que os canadenses merecem de sua companhia aérea nacional durante momentos difíceis

Mark Carney, Ex-Governador do Banco do Canadá

As críticas vão além das vozes políticas individuais, refletindo tensões mais amplas sobre representação linguística no Canadá corporativo. Como companhia aérea nacional do país, a Air Canada opera sob regulações federais que enfatizam a prestação de serviços bilíngues, particularmente em comunicações oficiais.

◈ How the world sees it3 perspectives
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🇨🇦Canadá
The Guardian
Critical

Meios canadenses enfatizam a repreensão de Mark Carney e enquadram isso como um fracasso de responsabilidade corporativa, destacando a expectativa de que instituições nacionais respeitem obrigações bilíngues durante momentos sensíveis.