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Política
Papa Leão XIV desafia críticas de Trump e promete continuar falando contra a guerra
O primeiro papa americano diz não temer a administração Trump após o presidente tê-lo chamado de 'fraco' e 'terrível para a política externa'.
O papa Leão XIV declarou que continuará a se manifestar contra a guerra, apesar das duras críticas do presidente Donald Trump, que atacou o primeiro pontífice americano, chamando-o de fraco e politicamente equivocado.
Trump desferiu um ataque extraordinário contra o líder do Vaticano na noite de domingo, escrevendo no Truth Social que o papa Leão é 'FRACO na questão criminal e terrível para a política externa' e que deveria 'parar de agradar à Esquerda Radical'.
A resposta papal veio a bordo de seu voo para a Argélia, onde Leão XIV inicia uma turnê de 10 dias por quatro países africanos. Falando aos jornalistas, o pontífice nascido em Chicago rejeitou a caracterização de Trump, mantendo seu compromisso com a defesa da paz.
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🇨🇦A CBC apresenta esse episódio como um embate entre autoridade religiosa e política, destacando a resposta ponderada do papa e oferecendo cobertura equilibrada de ambos os lados. A perspectiva reflete a tradição canadense de neutralidade diplomática e respeito por instituições multilaterais como o Vaticano. — CBC News
🇩🇪O Spiegel retrata o ataque de Trump como inadequado e sem precedentes, enfatizando a defesa bíblica do papa e a exigência de desculpas por parte do bispo Barron. Isso reflete o desconforto da Alemanha com a diplomacia confrontativa de Trump e a preferência por respeito institucional nas relações internacionais. — Spiegel Online
🇺🇦A mídia ucraniana enfatiza a coragem do papa em enfrentar Trump e seu compromisso com a paz, provavelmente vendo Leão XIV como um aliado na defesa contra guerras agressivas. Isso alinha-se ao interesse da Ucrânia em vozes internacionais que condenem agressões militares. — Ukrainska Pravda
🇮🇳A Al Jazeera enquadra o episódio como um confronto entre autoridade moral e poder militar, destacando o papel do papa como 'crítico contundente' da guerra dos EUA e Israel contra o Irã, enquanto posiciona Trump como agressor ao atacar a liderança religiosa. A abordagem da emissora reflete a tradição de política externa não alinhada da Índia e as crescentes preocupações com intervenções militares ocidentais no Oriente Médio, apresentando a postura do papa como uma oposição moral legítima às ações militares americano-israelenses. — aljazeera.com